Recentemente, o primeiro-ministro iraquiano, Mohammed Shia al-Sudani, fez declarações contundentes sobre a suposta violação do espaço aéreo iraquiano por Israel, que, segundo ele, foi realizada sem permissão. O primeiro-ministro criticou a situação, argumentando que essa ação não apenas representa uma infração à soberania do Iraque, mas também evidencia a fragilidade da defesa aérea do país.
Em meio ao conflito contínuo entre Israel e Irã, al-Sudani expressou que, apesar da guerra, há um ‘regime profundamente enraizado’ no Irã que possui muitos apoiadores, o que dificulta a sua eventual ruína. A afirmação de al-Sudani sugere que, mesmo em tempos de pressão, há uma resiliência observável dentro do regime iraniano, que obteve suporte até mesmo de opositores.
A guerra entre Israel e Irã criou um cenário geopolítico complexo, onde o Iraque se posiciona entre potências em conflito, aumentando as preocupações sobre a possibilidade de mais violências em seu território. Essa declaração também destaca as tensões que perduram na região e a necessidade urgente de um diálogo mais efetivo entre as nações envolvidas para preservar a paz e a segurança.
O governo iraquiano, ao reivindicar publicamente esta violação, sublinha a necessidade de um fortalecimento das capacidades defensivas para proteger seu espaço aéreo contra futuras incursões, além de se colocar como um ator relevante nas questões de segurança regional.